Nas terras onde os reis buscavam glória e os generais disputavam reconhecimento, existia um guerreiro cujo nome raramente era pronunciado. Não porque fosse fraco, mas porque seu verdadeiro poder estava onde poucos olhavam: nas sombras.
Chamavam-no de Lobo Branco.
Enquanto outros erguiam bandeiras sobre muralhas conquistadas, ele observava em silêncio. Seus olhos negros, marcados por pupilas brancas como a lua, enxergavam além do campo de batalha. Via os medos dos inimigos, as fraquezas dos aliados e os caminhos que ainda não haviam sido percorridos.
Os soldados acreditavam que as vitórias pertenciam aos comandantes que cavalgavam à frente. Os nobres recebiam os aplausos. Os heróis eram celebrados nas tavernas. Mas, quando a noite caía, era o Lobo Branco quem percorria sozinho os caminhos escuros, organizando reforços, prevendo emboscadas e desenhando estratégias que mudariam o destino da guerra ao amanhecer.
Ele não desejava tronos.
Não desejava fama.
Sabia que a verdadeira liderança não precisava ser vista.
Em cada grande vitória havia um plano invisível. Em cada muralha derrubada existia uma escolha feita semanas antes. Em cada aldeia salva, uma decisão silenciosa havia sido tomada por alguém que jamais apareceria nos relatos oficiais.
Quando os exércitos marchavam, acreditavam seguir seus próprios líderes. Sem perceber, caminhavam pelos caminhos que o Lobo Branco havia preparado.
Diziam que ele era como a própria lua: nunca disputava o brilho do sol, mas era sua luz que guiava os viajantes durante a escuridão.
Com o passar dos anos, seu nome transformou-se em lenda. Muitos procuraram encontrá-lo. Poucos conseguiram. Alguns afirmavam que ele era apenas um homem. Outros juravam que era o espírito de um antigo guerreiro que protegia sua alcateia.
Mas todos concordavam em uma coisa:
Quando uma batalha parecia impossível, quando o caos dominava o campo e a derrota parecia inevitável, um novo plano surgia das sombras.
E, em algum lugar além dos holofotes, os olhos do Lobo Branco observavam.
Pois existem líderes que comandam exércitos.
E existem aqueles raros que comandam o destino.
O Lobo Branco era um deles.
Realizações de combate
Saqueador (Ouro - Nível 4)
Saqueie 10.000 vezes recursos de outras aldeias.
Ladrão (Prata - Nível 3)
Saqueie um total de 1.000.000 recursos.
Destruidor de muralhas (Bronze - Nível 2)
Destrua 250 níveis de muralha utilizando os aríetes.
A reserva da aldeia foi feita com sucesso (Madeira - Nível 1)